domingo, 29 de abril de 2007

Ave Franklin! Por BruneLLa Wyvern.

Mais uma da série sem medo de polêmica...


Homossexualismo: respeito e preconceito às diferenças

Gays, lésbicas e simpatizantes. O respeito aos homossexuais e aos seus direitos perfaz um efeito imediato na vida dessas pessoas, além de inocular na sociedade uma preocupação crescente em respeitar as diferenças. Afinal, a causa gay mexe com valores, conceitos, direitos e sentimentos, provocando mudanças cada vez mais rápidas nas estruturas e nas relações sociais.

Em 2004, o Vaticano lançou uma campanha mundial contra a união civil entre pessoas do mesmo sexo, chegando a pedir a políticos católicos de todo o mundo que se pronunciassem de forma “clara e incisiva” contra as leis que favorecem o casamento gay. Nos Estados Unidos, o pedido da Igreja Católica virou bandeira eleitoral de George W. Bush. Em campanha pela reeleição, o presidente estadunidense posou como o defensor da família e da moral.

Os movimentos organizados por gays e simpatizantes, porém, vem crescendo bastante. O número de participantes em paradas de todo mundo bate recordes sucessivos. Nota-se uma presença cada vez maior de não-gays apoiando a luta dos grupos GLS pela igualdade de direitos. Em alguns países, como Argentina, Espanha e Holanda, o matrimônio homossexual é permitido por lei. Aliás, os homossexuais holandeses e espanhóis também têm direito a adotar crianças, desde que tenham uma união estável.

Seguindo esses exemplos, existem outras nações com a intenção de conceder o reconhecimento legal às uniões homossexuais. Dentro dos EUA, em Estados governados por políticos da ala democrata, mais liberais, o casamento civil de gays já é legalizado. No Brasil, onde a legislação não é das mais avançadas, os gays registram algumas conquistas. O caso mais famoso foi a decisão judicial favorável a Maria Eugênia para ficar com a guarda de Chicão, filho de Cássia Eller. A cantora, falecida em dezembro de 2001, viveu com a companheira durante catorze anos. A decisão da Justiça carioca contou ainda com o apoio quase unânime da sociedade brasileira.

Nesse contexto, podemos afirmar que o panorama se tornou menos hostil aos gays em função de uma série de conquistas em vários países, malgrado o preconceito. Isso devido à luta dos próprios gays. Há de se observar ainda que evoluiu a conceituação e se eliminaram alguns empecilhos. Assumir a homossexualidade, todavia, continua difícil.

quinta-feira, 26 de abril de 2007

Dica da ¨*Patty Literária¨*

Eu fico pensando que têm coisas que SÓ acontecem em livros!
Quer dizer, andei refletindo sobre os livros de uma série da Meg Cabot, chamado de A Mediadora. Conta a história de Susan, uma garota de 16 anos que odeia construções antigas. Isso porque normalmente há fantasmas nelas. Sim, ela pode ver fantasmas e além disso têm que ajudá-los a partir dessa pra melhor definitivamente. Eu acharia meio chato. Até porque eu tenho medo. Eu iria me estressar com uma vida dessas e o resultado seria um rosto com rugas antes das hora.
Mas, Deus, ser mediadora tem lá o seu lado bom.
O primeiro livro da série começa com Susan se mudando. Sua mãe se casa novamente após alguns anos da morte de seu pai e ela se junta à uma família, ganhando três irmãos. O que eu acharia um saco. Deus me livre se minha mãe se casasse novamente com um cara que têm três filhos!!! Quer dizer, pior se fossem três filhas, né? Eu jamais dividiria minha chapinha e minha bolsa chiquérrima da Colcci com elas.
Mas, nessa nova casa Susan conhece Jesse. Jesse é o fantasma que mora em seu quarto. É lógico que ele é lindo e gostoso e seria perfeito se não fosse o pequeno fato de estar morto. Fico pesando em como a vida dela é prática. Olha como seria perfeito se eu encontrasse um fantasma desses no meu quarto:

1- Não haveria concorrência. Afinal, as meninas não podem nem ver o fantasma-pedaço-de-mau-caminho;
2- Nada daquela chatice de mostrar pra família e ter que agradar os pais;
3- Ele poderia ir pra todos os lugares comigo e nem pagaria entrada de cinema e shows;
4- E, Deus! Ele viveria no MEU quarto. Quer coisa mais prática?

Vamos, meninas, que tal uma campanha de "queremos um Jesse no meu quarto"?

O que me revolta é que essa Susan ainda reclama da vida.
"Ah, como vou apresentá-lo aos meus amigos?".
E quem precisa de apresentar aos amigos quando se tem isso tudo?
Pelo menos não corre o risco daquela sua amiga, que daqui a algum tempo você vai descobrir que é falsa, dar uma cantada nele e ele aceitar porque - e isso você não pode negar - ela tem mais peito que você e - isso você também tem que admitir - não é silicone.
Eu me revolto com essas coisas.
Mas a coleção é realmete boa. Vale a pena ler.
E o último livro - de número 6 - nem chegou em todas as livrarias ainda. Nhuuum, posso sentir daqui o cheirinho de livro novo.

Beijos,
Patty.

PS: O que eu iria fazer já que a minha irmã dorme no mesmo quarto que eu? É um caso a se pensar...

Quero Ser Miriam Leitão, por Sylvia Ruth

Crise?

Que se exploda o caderno de economia. O negócio aqui é muito parado, e ninguém reclama, fala mal das minhas baboseiras. A não ser a Brunella, que fez uma afirmação muito pertinente no último post, e nem eu comentei.

Acho que a questão não é de jeito nenhum o quanto se produz. Mas se você pensar na possibilidade, que existe mesmo, de produtores, principalmente da bambeante agricultura familiar, deixarem de plantar o que a gente precisa comer, para plantar o que o carro precisa beber, não vai ser nada bom.

Mas voltando a minha crise, acho que vou mudar para o caderno de comportamento, que é o assunto que mais dá pano nesse blog!


O desenvolvimento que a gente não sente

Há algumas semanas, eu venho comentando o quanto a economia brasileira vai bem. Ela se sustenta num tripé: câmbio baixo e volátil, juro alto e ajuste fiscal. E tudo conspira positivamente para que o país bata recordes e mais recordes miraculosos. Vale a pena lembrar que no ano passado, a Bovespa aumentou em 50% seus negócios em relação a 2005; foram 599 bilhões de merengues tupiniquins girando.

Mas, o mesmo esquema que faz os índices pipocarem de bons, atrapalham, por outro lado, o desenvolvimento do país. Por exemplo, o dólar baixo, que faz a bolsa subir, é o mesmo que incentiva a importação e prejudica a produção nacional. Já a Selic, que anda caindo, mas continua alta, incentiva o investimento volátil, na bolsa, e não o seguro e mais agradável para o país, em empresas.

Numa analogia tosca... Lhe chamaram para pular numa lagoa. Você não conhece a lagoa, você vai preferir que ela seja mais funda, para você não correr o risco de bater com a cabeça lá no fundo e você se divirta bastante. Taxa básica de juros, também é assim, se ela é profunda, como a brasileira, de 12,50%, os investidores preferem se jogar nela, a pular numa que elas conhecem, que não vai ter o frio na barriga, do investimento em empresas.

Ou seja caros amigos, nem sempre o crescimento do mercado financeiro, como o que vivenciamos hoje, representa crescimento real. O governo, que não pode de maneira nenhuma reger a economia por si só, afinal somos capitalistas, é, muito pelo contrário, extremamente pressionado e influenciado para fazer o que é melhor para os investidores. Ganhar a ira dos que “fazem o dinheiro fluir” é que o governo não vai querer.


Chevette 92 branco
Talvez esse não seja o meu destino, caros leitores.

Depois de passar na prova de trânsito segunda-feira, meu pai me levou para ver um carro: chevette, 92, branco. Bom, eu me amarrei. Mas minha irmã acha um desperdício. Mas vem aí o carro da Renault-Nissan que custará nada mais que 5,1 mil brócolis brasileiros.

terça-feira, 24 de abril de 2007

O que irrita a Jaqueline, por Jaqueline Mainardi

Jaqueline sorri
Jaqueline está feliz
Jaqueline está ótima
Jaqueline vai voltar

Coloque sua melhor roupa e saia por aí.
Vá, e diga ao mundo:


Jaqueline vai voltar

domingo, 22 de abril de 2007

Ave Franklin! Por BruneLLa França.

O assunto é polêmico! E parece q a lei de legalizaçãodo aborto será levada a plebiscito...
Por isso, dedico mais um texto sobre um tema nessa coluna!

Aborto: ainda há muito o que discutir...

Projeto de lei nº 1135/91, em tramitação no Congresso, descriminaliza do aborto

"Isso é, antes de mais nada, uma questão de saúde pública, porque milhares de mulheres morrem todos os anos submetendo-se a abortos inseguros. Sei que é uma questão polêmica, que envolve aspectos morais, religiosos, psicológicos, mas diz respeito, fundamentalmente, à política de saúde”, diz o recém nomeado Ministro da Saúde, José Gomes Temporão, defendendo a legalização do aborto no dia 28 de março.

“De fato, o Senhor Ministro está certo, é uma questão polêmica (...), o aborto não é um problema somente religioso, ou psicológico e moral, mas de ética natural, pois envolve um homicídio já que, do ponto de vista mesmo científico, não existe nenhuma diferença entre o embrião e o bebê (...). O embrião tem vida própria e independente da decisão de outrem. Ele possui o direito inalienável de viver”, diz o Pároco da Catedral Sagrado Coração de Jesus de Colatina, Espírito Santo, Pe. Arthur Francisco Juliatti dos Santos.

A cada ano, ocorrem aproximadamente 50 milhões de abortos em todo o mundo. Destes, 30 milhões de procedimentos são obtidos legalmente e 20 milhões ilegalmente. Considerando que é de 210 milhões o número de gravidezes, temos quase 1 aborto para cada quatro gestações (Alan Guttmacher Institute, 1999).

O aborto não assistido figura entre as principais causas de morte de mulheres no país. A média mundial de mortalidade materna provocada por abortos mal feitos é de 13%. No Brasil, é o dobro. São 50.000 a 100.000 mortes por ano, além de mais 240.000 brasileiras que recorrem aos serviços públicos de saúde devido a complicações posteriores a um aborto inseguro (Organização Mundial de Saúde, 2001).

Ainda em seu primeiro mandato, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva criou uma comissão para revisar a legislação brasileira sobre o aborto. Ao término do trabalho, o relatório final propôs que toda gravidez possa ser interrompida até a 12ª semana de gestação e não define prazo-limite nos casos de ameaça à vida da gestante ou de má-formação fetal incompatível com a vida fora do útero. O projeto de lei nº 1135/91, que está em tramitação no Congresso Nacional, prevê a supressão do artigo 124 do Código Penal, que criminaliza a mulher que pratica o aborto ou permite que outra pessoa o faça. Mas até que ponto a aprovação de uma lei que legalize o aborto vai trazer alguma mudança?

“Temos a necessidade de promover a formação de crianças, jovens e adolescentes para a sexualidade e para o amor numa paternidade responsável”, afirma Pe. Arthur.

O que outras religiões dizem sobre o aborto

São bem variadas as posições das diversas religiões em relação à Interrupção Voluntária da Gravidez. Aqui estão algumas delas.

O Judaísmo considera que o feto ou embrião não tem o estatuto de "pessoa" antes do nascimento. Este estatuto secundário é conseqüência da Tora no qual é indicado que deve ser paga uma compensação monetária por quem provocar um aborto, uma situação não equiparável à retirada de uma vida humana. Diversas correntes atuais do Judaísmo aceitam apenas o aborto no caso de perigo de vida da mulher enquanto outras o permitem em situações mais abrangentes por decisão da mulher com apoio de terceiros nesta escolha.

O Islã aceita a interrupção voluntária da gravidez nos casos em que está em causa a vida da mulher. Dependendo das correntes pode ser ou não aceitável a sua utilização em outras situações. No entanto, como até aos 120 dias de gestação o feto ou embrião tem um estatuto de vida similar a animais ou plantas esse momento é considerado o limite para a prática abortiva.

O Budismo fica dividido em relação a esta questão: uns vêm-no como um ato de "tirar a vida de um ser vivo" e, como tal, inadmissível aos olhos desta religião. Outros o aceitam desde que não seja o produto da inveja, gula ou desilusão, especialmente nas situações em que o feto tenha problemas de desenvolvimento ou a gravidez possa ser problemática para os pais.

Embora a religião Hindu seja clara a classificar o aborto como um ato abominável, na prática a Índia permite o aborto desde 1971 sem que este fato tenha levantado alarido entre as autoridades religiosas. A utilização do aborto como forma de seleção do sexo da criança, todavia, levou o governo a tomar medidas em 1994 contra esta prática em particular.

Muitas das culturas nativas norte-americanas têm uma visão extremamente centrada na mulher nas questões reprodutivas, sendo o aborto uma opção válida para garantir uma maternidade responsável.

No caso do Taoísmo e Confucionismo, sexo e prazer sexual devem ser celebrados, mas com atenção à moderação. Esta moderação também se aplica à reprodução e o aborto é visto como uma solução de recurso aceitável. O governo da República Popular da China após aplicação da regra "um casal, um filho" viu-se forçado também em 2003 a impor medidas contra a utilização do aborto para seleção do sexo da criança.


sábado, 21 de abril de 2007

A Venenosa por Simone Azevedo

Como perder um homem em 10 dias

Como perder um homem em 10 dias? Essa pergunta parece fácil de responder? Eu não acho. Perder um homem em 10 dias é muito difícil. Isso nunca aconteceu comigo. Eu consigo a façanha de perdê-los antes mesmo do sétimo dia. E eu, como a maioria das mulheres, não sabia porque isso acontece. Achava que o problema era comigo. Mas depois que assisti os 110 minutos de comédia pastelão dirigida por Donald Petrie, tive certeza. O problema era mesmo comigo. Não tenho vergonha de assumir, até porque não é um problema pessoal, e sim um problema da categoria. MULHERES. Sensibilidade, carência, grude, romantismo, enfim, todos esses aspectos que sob a perspectiva feminina são qualidades, tornam-se defeitos insuportáveis sob a visão masculina.
O fazer com tudo isso para não espantar um homem antes mesmo do décimo dia de relacionamento? Devemos guardar tudo isso no armário? Mudar para agradar ao cara de quem estamos afim? Caras leitoras, eu, particularmente, acredito que não. Mesmo sabendo o que faz com que os insensíveis homens se afastem de nós em tempo recorde, não acho que devemos mudar nosso jeito de ser, pensar e agir por causa deles. Recuso-me a me render a toda a insensibilidade, arrogância e desprezo dos homens. Mesmo sendo estas características comuns a maioria, ainda acredito que exista alguns poucos, raros, em processo de extinção, que sejam diferentes.
Vocês devem estar achando que a colunista que vos escreve é sonhadora e acredita em conto de fadas, príncipes encantados, finais felizes... Não achem. Podem ter certeza. Eu sou mesmo muito sonhadora para creditar nisso.
O filme mostrou-me o que eu, assim como a maioria das mulheres faz para provocar a fuga masculina. Mas ele não foi capaz de me fazer repensar minhas atitudes. Sou sensível, grudenta, ciumenta, carente, melosa e sou feliz assim. Não quero e não vou mudar por causa de homem nenhum. Eles têm que me aceitar do jeito que sou. Se um homem realmente ama uma mulher, ele não ama apenas as suas qualidades, mas também todos os seus defeitos. Mesmo odiando todas essas características irritantes, no fundo ele as ama. Afinal os defeitos também são componentes da pessoa amada. Sem eles, ela não seria quem é.

Bom, depois desse quase- manifesto (desabafo) contra a submissão das mulheres aos desígnios masculinos, vou falar um pouco do filme.

Ben Barry (Matthew McConaughey) é um publicitário que faz uma grande aposta com seu chefe: caso faça com que uma mulher se apaixone por ele em 10 dias ele será o responsável por uma concorrida campanha de diamantes que pertence à empresa. A vítima escolhida por Ben é Andie Anderson (Kate Hudson), uma jornalista feminista que está desenvolvendo uma matéria sobre como perder um homem em 10 dias e está decidida a infernizar a vida de qualquer homem que se aproximar dela. Ambos se conhecem em um bar, sendo que escolhem um ao outro como alvo de seus planos.

Para começar a destilar meu veneno (hoje estou particularmente venenosa) sem me alongar e entediar meus leitores com uma enorme critica, vou facilitar as coisas para nós (colunista e leitores) enumerando as ridicularidades do filme. Se sobrar espaço, tempo e boa vontade, listo alguns pontos positivos (se é que eles existem).

RIDICULARIDADE 1: A “mocinha” é colunista de uma revista feminina. Essa “revista feminina” é estereotipada. Atrela feminilidade a futilidade. Nada mais ridículo. Andie Anderson (Kate Hudson) é uma loira (olha só a indireta) aparentemente inteligente em crise com seu trabalho. Quer escrever sobre assuntos relevantes como política, economia e coisas do gênero. Por que não pode haver espaços para esses assuntos em uma revista feminina? Eu não entendi o que o que os produtores quiseram dizer com isso. Será que não entendi porque sou mulher? Enfim, sem mais comentários.

RIDICULARIDADE 2: Os excessos. Tudo bem que mostrou o lado sensível, carente, meloso, apaixonado e grudento da maioria das mulheres (não estou generalizando), mas cometeu alguns excessos. Por mais grudenta, carente, sensível, melosa e apaixonada que uma mulher seja, ela não vai dar um cachorro ridículo a um cara com quem está a menos de uma semana e muito menos vai achar normal esse cachorro urinar na mesa dele quando ele está jogando pôquer com os amigos. Isso é coisa de gente pirada. Assoar o nariz do cara para verificar a cor e consistência do catarro e plantar bichinhos de pelúcia na casa dele no segundo encontro é demais. Não há santo que agüente. Por mais chatas que possamos ser, nós mulheres grudentas não cometemos esse tipo de insanidade. A piada não pegou. O filme poderia ter explorado mais o universo feminino. Há tantas coisas que foram deixadas de fora, como por exemplo as horas de espera que os homens são obrigados a suportar quando estamos terminando de nos arrumar. Quinze minutos que misteriosamente se transformam em duas longas horas. E também as crises de TPM poderiam ter sido trabalhadas. Um universo muito rico foi pouco explorado.

DIDICULARIDADE 3: O modo como eles se descobriram apaixonados um pelo outro foi muito sem graça. Ele estava cansado dela e ela louca para ele terminar com ela e de repente estão apaixonados. Foi tudo muito rápido. Poderia ter sido mais romantizado, afinal é uma comédia romântica.

Vou encerrar por aqui. Ainda é possível apontar muitas outras ridicularidades, mas estou sem tempo e sem espaço. Deixo os pontos positivos para os leitores apontarem depois de conferirem essa produção que custou nada menos que US$ 50 milhões. E eu aqui divagando sobre um certo filme trash orçado em aproximadamente R$ 1,99. Mas essas são cenas para o próximo capitulo.

Obrigada pela sua audiência e pala sua paciência. (quem fala isso é o Faustão. Credo. Péssimo programa. Mas a frase é boazinha. Plagiei.)

quinta-feira, 19 de abril de 2007

Ave Franklin! Por BruneLLa França.

Sobre a luta do ano - Diogo Mainardi X Franklin Martins - que ganha rounds cada vez mais emocionantes, somente duas palavras e um gesto: Ave Franklin!!! *reverencia*

Entendendo o caso:

O histórico do conflito entre Mainardi e Martins remonta ao Tribunal Macartista Mainardiano[www.comunique-se.com.br/conteudo/newsshow.asp?Requery=N&idnot=25298&editoria=8], mencionado na coluna "Observatório da Imprensa" na edição de 05/12/05 de Veja, onde o colunista acusa diversos jornalistas, inclusive Franklin, de ligações com o PT. Em resposta[www.comunique-se.com.br/conteudo/newsshow.asp?Requery=N&idnot=25317&editoria=8], Martins afirmou ao Comunique-se que “Ele tem todo o direito de falar o que quiser. Acho que jornalista não é notícia”.

Em 19/04/06, no texto “Jornalistas são brasileiros”, Mainardi foi além, acusando alguns jornalistas de frouxidão moral[www.comunique-se.com.br/conteudo/newsshow.asp?editoria=8&idnot=27777] e Franklin Martins de exercer tráfego de influência para colocar tanto sua esposa quanto seu irmão em cargos importantes. Foi a primeira menção a Ivanisa. Em resposta, Franklin enviou para a Abril e para o Comunique-se seu "Desafio a um difamador”[www.comunique-se.com.br/conteudo/newsshow.asp?editoria=237&idnot=27790], onde afirmava que se Mainardi apresentasse um único senador que confirmasse que foi pressionado pelo jornalista, ele abandonaria sua carreira, mas que, caso não conseguisse, seria o colunista que deveria abandonar a sua.
O desafio não foi aceito, mas Mainardi voltou à carga na edição seguinte, de 26/04/06. Em “Franklin, o "conceituado"”[www.comunique-se.com.br/conteudo/newsshow.asp?editoria=237&idnot=27956], escreveu “Eu sei que Franklin Martins jamais pediu algo a um senador. (...) Foi-lhe oferecido. Ele simplesmente aceitou”. No mesmo texto afirmou que Martins participou da quebra de sigilo do caseiro Francenildo Costa, no caso que derrubou o ex-ministro Antonio Palocci.

Segundo o próprio Franklin, pela recusa da Abril de publicar seu desafio nas páginas de Veja, Martins entrou com processos criminais contra Mainardi e a editora, que seguem na justiça. Pouco tempo depois, o jornalista foi demitido da Rede Globo e, em mais de uma entrevista, afirmou que acredita haver ligações entre as colunas de Mainardi e seu desligamento da emissora, o que é negado pela Globo.

Já este ano veio “Minha pastinha implacável” e, finalmente “A esposa de Franklin Martins”, onde Mainardi afirma ser o responsável por Franklin ter saído da Globo e, conseqüentemente, por sua nomeação como ministro.

Franklin Martins não foi encontrado para comentar o último texto de Mainardi. (o q é uma pena... doida p saber o q o mestre - ave ele! - tem a dizer)
Franklin vence batalha judicial contra Mainardi
Saiu no Comunique-se[www.comunique-se.com.br/conteudo/newsshow.asp?menu=JI&idnot=35777&editoria=8]:

Franklin Martins venceu em primeira instância o processo que move contra o articulista da Veja Diogo Mainardi. Em sua coluna de 19/04/06, Mainardi afirmou que Martins realizou tráfico de influência para conseguir cargos públicos para sua mulher e seu irmão e relacionou o jornalista à quebra de sigilo do caseiro Francenildo Costa. O juiz Sergio Wajzenberg da, 2ª Vara Cível do Rio de Janeiro, entendeu que a intenção de caluniar e difamar ficou patente nos textos e determinou o pagamento de R$ 30 mil ao jornalista.

Franklin, que assumiu há pouco tempo a secretaria de Comunicação Social da Presidência, com status de ministério, entrou com o processo enquanto ainda era comentarista político da Rede Globo. A contenda entre os dois é longa; Mainardi já escreveu sobre o jornalista em cinco colunas num período de um ano e quatro meses. Por sua vez, além do processo, o ministro também já lançou para o colunista seu “Desafio a um difamador”, que não foi aceito.

Mainardi vai recorrer da decisão judicial e disse ao Comunique-se que só se pronunciará sobre o assunto em sua coluna da próxima edição de Veja.

Franklin Martins aina não se pronunciou, mas estou aguardando ansiosamente!!! (alguém aí teria o telefone dele*.*?)